Propósito Comunidade Eventos Blog
Reflexão · Encontro de 29/09

E se a criatividade
começasse por uma
pergunta diferente?

Criatividade aplicada não é ter uma ideia genial. É ampliar o que parece possível diante de um desafio real.

Gislene Ataíde, convidada do encontro de 29/09 da Comunidade Mulheres na Inovação ES

Gislene Ataíde · Encontro de 29/09

No dia 29 de setembro, a Comunidade Mulheres na Inovação ES se reuniu online com Gislene Ataíde em torno de uma pergunta simples: e se a gente pensasse diferente? Este texto não é um relato do encontro. É um convite para continuar a conversa a partir da pergunta que ele deixou.

O desafio que volta toda semana

Quase toda mulher que empreende, lidera ou constrói carreira tem um desafio que volta. A equipe que não engrena, o cliente que não decide, a agenda que nunca fecha, o projeto que trava no mesmo ponto.

Quando um problema insiste, a reação mais comum é repetir a receita com mais esforço: mais uma reunião, mais uma planilha, mais uma hora de trabalho. E, muitas vezes, o problema continua exatamente onde estava.

Talvez o que esteja se repetindo não seja a solução. Talvez seja a pergunta.

A pergunta define o tamanho das respostas

“Como eu dou conta de tudo isso?” é uma pergunta honesta, mas só admite respostas de esforço: acordar mais cedo, delegar menos, aguentar mais.

Troque por “o que eu poderia deixar de fazer?” ou “quem já resolveu algo parecido?” e o campo se abre. As respostas possíveis mudam porque a pergunta mudou.

É por isso que mudar a pergunta é um dos movimentos mais simples e mais subestimados da criatividade aplicada. Não exige verba, equipe nem inspiração. Exige parar um instante antes de agir no automático.

Criatividade não é só ideia nova

Costumamos associar criatividade a talento artístico ou a ideias brilhantes que surgem do nada. No dia a dia profissional, ela é mais prática: é a capacidade de ampliar as possibilidades diante de um desafio.

Não se trata de inventar tudo do zero, mas de olhar o mesmo problema por um ângulo que ainda não tentamos. E isso se treina. Algumas formas de começar:

Da possibilidade ao experimento

Uma nova perspectiva só vira transformação quando encontra o mundo real. A boa notícia é que ela não precisa virar um grande projeto. Pode virar um experimento pequeno: uma conversa de 15 minutos, um rascunho de oferta, uma mudança de formato na reunião, uma semana de teste.

Experimentar tira o peso de acertar de primeira. Um experimento pode dar certo ou errado e, nos dois casos, devolve informação. Já a decisão tomada no automático só repete o que já conhecemos.

Por que fica mais fácil em comunidade

Olhar pelo ângulo de outra pessoa é difícil de fazer sozinha. É justamente o que acontece quando mulheres com trajetórias diferentes se reúnem para trocar: o desafio de uma ganha o repertório de todas.

Esse é o espírito da Comunidade Mulheres na Inovação ES: aqui não cabe vaidade, só sororidade. Um espaço para ampliar repertórios, testar ideias em voz alta e perceber que muitos desafios que parecem só nossos são, na verdade, compartilhados.

Pense em um desafio que ocupa a sua cabeça neste momento. Agora escreva, na forma de pergunta, uma versão dele que você ainda não fez.

Qual desafio da sua realidade merece um novo “e se…?”Conta pra gente nos comentários ou por e-mail

Toda transformação
pode começar com um “e se?”

Faça parte
desse movimento

Se essa pergunta te tocou, venha construir a próxima conversa com a gente.

Ver próximos encontros WhatsApp Mais artigos